PALAVRA PASTORAL

Neste ano de 2017, a nossa Igreja Presbiteriana do Grajaú completa 46 anos de organização. Naqueles dias, aprouve a Deus que vários irmãos fizessem parte e testemunhassem aquele momento histórico: o marco inicial de uma nova Igreja, plantada no bairro do Grajaú.

Assim como uma planta merece atenção ao longo de sua vida, o Bom Jardineiro não deixou de cuidá-la. Adubando, sempre molhando, às vezes podando... Ao longo dos anos, efetivamente ela cresceu, forneceu mudas, deu e ainda dá frutos viçosos para a honra e glória do seu Jardineiro.

Aquela Igreja começou com 42 membros comungantes e 11 não comungantes, e hoje conta com 238 membros comungantes e 38 não comungantes. Ao longo de sua história, aqui já foram recebidos 958 membros comungantes e 284 membros não comungantes, perfazendo um total de 1.242 membros.

Ser mãe,
não é somente acalentar no peito
o filho estremecido de sua alma.

Ser mãe,
não é apenas contemplar no leito
a infante vida a adormecer tão calma.

Ser mãe,
não é só dar ao filho do alimento,
que vá satisfazer-lhe a vida inteira.

“Então, Judas, o que o traiu, vendo que Jesus fora condenado, tocado de remorso, devolveu as trinta moedas de prata aos principais sacerdotes e aos anciãos, dizendo: Pequei, traindo sangue inocente.” Mateus 27.3-4


Será possível que alguém que seguiu a Jesus, recebeu seus ensinamentos, fez parte de seu “time”, presenciou tudo o que Ele pode fazer, destrua a sua vida se afundando num pântano de culpa e remorsos? Essa foi a triste história de Judas, narrada no evangelho de Mateus e conhecida por todos.


Muito se supõe a respeito do que levou Judas a essa atitude. São conjecturas difíceis de serem provadas. Mas o que fica claro na Bíblia é que ele foi emocionalmente esmagado pelo que fez, como prova seu fim trágico. Na culpa que sentiu pela injustiça que cometeu, não encontrou outro caminho senão dar um fim radical à voz acusadora que o corroía por dentro.

Respondeu o Senhor: "Marta! Marta! Você está preocupada e inquieta com muitas coisas; todavia apenas uma é necessária.
Maria escolheu a boa parte, e esta não lhe será tirada” -Lc 10:41-42 (NVI)


Este é um trecho da história do encontro de Jesus com as irmãs Marta e Maria, como nos conta o Evangelho de Lucas.
Jesus e seus discípulos estavam em viagem, a caminho de Jerusalém, e são hospedados por uma das irmãs, Marta. Talvez você conheça bem essa história: Marta recebeu Jesus em sua casa e ficou muito ocupada com todos os serviços domésticos que precisava resolver; Maria, por outro lado, estava sentada aos pés de Jesus, escutando o que ele ensinava.
Então, Marta se irrita com Maria porque esta não a estava ajudando e reclama com Jesus sobre a situação, ao que Jesus responde com o texto citado acima.

“Mas de fato Cristo ressuscitou dentre os mortos” – 1 Co 15.20


No compulsar das Escrituras, e na observação da realidade atual, sobre evidências e fé, quanto à ressurreição de Jesus, tenho notado a existência de quatro grupos:

  1. Os que viram e não creram - (Mt 28.11-15). Os guardas do sepulcro foram as únicas testemunhas humanas dos fatos sobrenaturais ocorridos no momento da ressurreição. Mas, as evidências, vistas com os próprios olhos, não lhes foram suficientes para lhes comunicar a fé. Não lhes bastou ver para crer. Como ocorreu com os guardas, há hoje muita gente, que não quer realmente crer, por causa de seus compromissos e interesses deste mundo.