Devocionais publicadas nos boletins informativos semanais

“Porque um menino nos nasceu, um filho se nos deu; o governo está sobre os seus ombros; e o seu nome será: Maravilhoso Conselheiro, Deus Forte, Pai da Eternidade, Príncipe da Paz”. Isaías 9.6

Vamos chegando ao final do ano, vivendo um tempo bem conturbado do ponto de vista político, econômico e moral em nosso país. E também vamos entrando em um ano de eleições federais e estaduais. Com um misto de preocupação e expectativa, chegamos à necessária pergunta: “do que o país realmente precisa?”

Nossa história mostra que nós, brasileiros, nos habituamos a investir nossas esperanças em “salvadores da pátria”. Temos forte inclinação de vermos em certas personagens as respostas “messiânicas” para as aflições que a nação vive em determinado momento.

Este é o nosso momento. E somos nós que precisamos responder a essa pergunta. Como cristãos, devemos respondê-la com base no que dirige nossas vidas: não a opinião pública ou a mera (ainda que justa) indignação, mas Jesus Cristo e seu evangelho. Só olhando para Ele, ouvindo a Sua voz e seguindo os seus passos teremos a segurança necessária para tomar decisões e assumir posturas que promovam paz e que também mantenham nossa própria alma em paz.

Entrando em dezembro, celebramos o nascimento de Cristo. E lembramos do Evangelho que reverte o caos. A verdadeira luz que brilha e traz o caminho de salvação, graça e amor. O Natal que o Brasil precisa nos é mostrado na profecia feita por Isaías em seu capítulo 9, que apresenta os dignos e poderosos nomes dados ao Senhor Jesus Cristo: Maravilhoso Conselheiro, Deus Forte, Pai da Eternidade, Príncipe da Paz. A partir desses nomes e olhando para o Evangelho - cumprimento dessa profecia - encontraremos a BOA NOTÍCIA, a resposta esperançosa da qual o Brasil realmente precisa.

Israel tinha uma determinada expectativa com a vinda do Messias, mas a resposta que Deus deu foi totalmente diferente daquilo que eles esperavam. Da mesma forma, a solução para o Brasil não é política, econômica ou de segurança pública, mas sim a manifestação do Reino de Deus. Começando dentro de nós - onde ele já está -, alcançando a “área de vida” à nossa volta e se espalhando, quando o vivemos pessoalmente, o praticamos em nossas atitudes e deixamos claro o porquê de vivermos assim.

Rev. Alex Barbosa (adaptado)

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